Minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado com papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, então raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos, e quando os embrulho dó a sonhos pensando que são pessoas...
O medo... o medo... medo é bom, ruim é o medo de ter medo!
E por isso tento viver pensando um dia, dá a quem quer e mereça esse presente...

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